domingo, 9 de junho de 2013

MUDAR OS MAUS HÁBITOS

CAPACITAÇÃO OU LIDERANÇA

Foto:Arq.Felix filmes.

             Quando ouvimos falar de capacitação ou liderança, a nossa mente imagina alguém muito competente a dar indicações aos outros para obtenção de resultados satisfatórios. Mas no que diz respeito aos nossos hábitos, às particularidades que vamos adquirindo que nos dificultam a adaptação à mudança, a alguns comportamentos indesejados que temos, como vícios, formas de pensar indadequadas, imaginar capacitar-nos e liderar-nos para alcançar o que pretendemos por vezes pode parecer pura ficção científica. Na verdade, todos nós estamos equipados com a capacidade de liderança. Um cérebro capaz de processar milhões de dados, memorizar, categorizar, refletir, planejar, aprender, evoluir, atualizar-se e acima de tudo ter consciência do que é, produz uma mente que permite sermos lideres de nós mesmos.
           A forma como nos programamos, como rescrevemos novos dados, como apagamos outros, como atualizamos a informação, como redesenhamos formas antigas de lidar com as situações, como nos projetamos no futuro, como simulamos ações e atitudes permite-nos percebermos que essa capacidade extraordinária vive em nós. Acompanha-nos para todo o lado. Mas, é preciso fazermos um tremendo exercício de desapego de nós mesmos, daquilo que nos constitui enquanto indivíduos para que consigamos olhar para as nossa partes constituintes, tomar consciência delas e utilizá-las como ferramentas úteis. Essa tecnologia de ponta necessita apenas da nossa consciência, conhecimento de como utilizá-las e depois uma voz de comando, um processo executivo que aciona, atualiza e informa essas ferramentas mentais com novos dados. Você mesmo!
VOCÊ PRECISA DE SUPERAR UM MAU HÁBITO?
   Para mudar um mau hábito, um passo precisa acontecer. Você tem de ganhar consciência que tem esse mau hábito e depois pretender mudá-lo ou eliminá-lo. Mas, muitas das vezes e para a grande maioria de nós esses maus hábitos são resistentes, têm vida própria, e apesar de muitos esforços nossos somos vencidos pela sua tremenda força, vivenciando o fracasso. Isto pode tornar-se muito angustiante e terrível na nossa vida. Talvez, você também se debata com este cenário, ou já tenha no passado tentado ultrapassar o tormento de substituir ou eliminar um mau hábito.
      Os maus hábitos, como pensar recorrentemente de forma negativa, fumar em excesso, mentalidade de vítima, comer em excesso, criticar-se negativamente, consumo excessivo de álcool, comportamentos desajustados, sendentarismo, excesso de preocupação, entre outros, podem impedir-nos de viver uma vida melhor. Se você já tentou de diversas formas eliminar ou substituir algum mau hábito, e ainda não conseguiu, em seguida irei apresentar algumas formas baseadas na capacidade que você possuí para liderar-se (a sua mente) e que podem comprovar-se como eficazes, quando devidamente aplicadas.
    Caso pretenda adquirir mais informação complementar no sentido de ficar melhor equipado para superar os seus maus hábitos, leia: Caixa de ferramentas psicológicas para a vida
TENTE ALGO NOVO

“Insanidade: Fazer a mesma coisa uma e outra vez e esperar resultados diferentes.” - Albert Einstein

    Muitas vezes chapinhamos nas mesmas atitudes, comportamentos, pensamentos e estratégias que se comprovam como ineficazes na obtenção dos resultados desejados. Tentar mudar um hábito enraizado, por vezes é altamente frustrante. Usualmente experimentamos o fracasso uma e outra vez. Digamos que você quer fazer uma das seguintes opções:

Parar de comer de forma excessiva
Parar de fumar
Pare de fazer gastos excessivos
Parar de ter comportamentos indesejados
Parar o diálogo autocrítico negativo
      A maioria das pessoas parecem tentar as mesmas técnicas antigas, uma e outra vez para quebrar essas compulsões, obsessões, vícios ou hábitos destrutivos. Infelizmente, muitos de nós não conseguimos produzir resultados duradouros.
     Aqui estão algumas das formas típicas e ineficazes para mudar ou eliminar maus hábitos:
Propor-se à mudança, sem preparação e conhecimento de como fazê-lo
Usar um lembrete para lembrá-lo de periodicamente verificar o seu comportamento
Confiar apenas  na sua força de vontade
Pedir a alguém para responsabilizá-lo
Criar uma uma lista das consequências do seu mau hábito
    Provavelmente você já usou algumas destas técnicas ou estratégias, mas provavelmente teimam em não funcionar. Este tipo de sentimento de fracasso e sentimento de culpa produzem uma ideia de incapacidade face aos esforços a que se propôs. Vai construindo uma ideia que independentemente do que faça, o hábito que pretende superar é mais forte do que você. Com esta ideia em mente, o próximo passo é a desistência de se propor a novas tentativas. A sua ansiedade vai crescendo e com isso o seu problema aumenta. A incapacidade de gerir ou diminuir a ansiedade na presença do mau hábito vinca ainda mais a noção de incapacidade de superação. O que lhe proponho desta vez é uma nova tentativa com uma nova estratégia e abordagem, utilizando a sua capacidade de autoregulação para mudar os seus maus hábitos.

NOVAS FORMAS DE SUPERAR VELHOS HÁBITOS
      Tentar uma e outra vez, mesmo que com mais determinação e noção da dificuldade, pode não ser suficiente. Você simplesmente não pode continuar a repetir as velhas formas de quebrar os seus maus hábitos. As estratégias utilizadas têm-se comprovados inúteis? Se sim, você precisa de algumas ideias novas para mudar os seus comportamentos.

VOCÊ NÃO É AQUILO QUE PENSA
      Deixe de seguir tudo o que pensa. Ou seja, nem tudo o que pensamos representa aquilo que somos, a nossa vontade ou querer. Nem tudo o que pensamos é útil como orientador das nossas ações. Alguns pensamentos invadem a nossa mente sem qualquer intervenção ou decisão intencional. Se você se deixa enganar, não conseguindo distinguir que alguns dos seus pensamentos são “truques” do seu cérebro. São mensagens enganosas do seu cérebro no sentido de você voltar a fazer aquilo que sempre fez. O cérebro induz a que você continue a ter os mesmos comportamentos que supostamente no passado o fizeram sentir-se bem, mesmo que esse comportamento seja prejudicial para si. Se esse mau hábito libertou na sua corrente sanguínea algum tipo de químico que o fez sentir-se bem, aumentará a probabilidade de ter um novo impulso para repetir esse tipo de comportamento que o conduzirá ao reforço positivo que ficou registado no seu cérebro.
      Ao tentar superar um mau hábito, a nossa mente pode criar pensamentos do género:

Eu não tenho escolha. Eu precisa disso.
Não há problema em fazer apenas desta vez. Eu posso lidar com isso.
Não há mal nisso. Eu mereço este alívio.
Não é possível parar. Não vou perder tempo tentando.
O meu hábito é mais forte do que eu.
Eu bem tento, mas não consigo deixar.
Já são muitos anos a fazer o mesmo.
      Pela força do hábito o que passa a executar-se sem a necessidade da nossa consciência, passa a estar sobre a autoridade do nosso corpo. O nosso corpo passa a ser a nossa “mente” para alguns dos comportamentos automáticos, fortemente aprendidos ou aditivos. O Corpo envia estímulos de mal-estar para o seu cérebro, e este por sua vez  irá criar um determinado pensamento para racionalizar o seu mau comportamento. Em desespero, o seu cérebro fica extremamente criativo ao justificar a razão pela qual você deve cumprir com as suas exigências. Normalmente sentimos isso através de fortes sensações de necessidade ou de incontrolabilidade dos estímulos ou desejos.




sábado, 8 de junho de 2013

A MENTE HUMANA

Quem está no comando da sua mente?

                                          Foto: Arq.Felixfilmes
             Podemos facilmente concordar que a nossa mente é o pináculo daquilo que somos. A nossa mente é o resultado do fantástico funcionamento do nosso cérebro. Tudo o que somos, está incrustado nas milhares de dobras da nossa massa cinzenta. Um emaranhado de milhões de neurónios que nos permitem expressar inteligência, que nos permite entender grande parte daquilo que somos, como nos mudarmos, como nos desenvolvermos e, acima de tudo, como gerir de forma autosuficiente as nossas próprias vidas. É, no entanto, no desenrolar das nossas vidas que por vezes perdemos o controle das mesmas e, com isso, prejudicamos a nossa qualidade de vida, objetivos e sonhos.
        Quando a nossa mente nos prega algumas partidas, quando a forma como pensamentos e processamos a informação nos causa problemas, nos causa mal-estar, sofrimento e se apresenta como um obstáculo aos nossos objetivos, pode gerar-se a sensação que perdemos o controle. Quando a perceção de perda de controle se instala, tudo parece perder o sentido. Muitos de nós, quando sentimos que estamos a perder o controle sobre nós mesmos, ou seja, quando deixamos de estar no controle da nossa mente, tendemos a procurar formas de recuperar essa perda.Alguns exemplos incluem:
Yoga
Artes marciais
Meditação
Psicoterapia
Religião
Práticas sexuais antigas
Arte
Esportes
Música
Tornar-se monge, padre
Retiros espirituais
             Claramente, as coisas nesta lista não são todos iguais, e em si mesmas, muitas não foram necessariamente concebidas para ser uma prática pessoal. No entanto, todos elas têm a capacidade de conduzir as pessoas para um objetivo semelhante: a perceção de que uma pessoa não é simplesmente os seus pensamentos, na verdade, nós somos muito mais. E, é com base nesta premissa que posso afirmar que quem está no comando da nossa mente, podemos ser nós.
SOMOS MAIS QUE O NOSSO PENSAMENTO
              Quando estamos acordados, quando estamos num estado em queconscientemente processamos informação vinda do exterior e igualmente vinda de nós mesmos, o cérebro faz o seu trabalho, produzindo pensamentos. Assim como um músculo se contrai para mover o sistema esquelético, o cérebro é como um computador que executa o software (pensamentos) com base no seu hardware (organismo), que é você. E, o resultado dos nossos pensamentos, do funcionamento do nosso software, nem sempre é benéfico. Ou seja, o produto dos nossos pensamentos nem sempre leva ao nosso resultado desejado.
             Portanto, a afirmação de que você não é apenas o seu pensamento, é como dizer que você não é simplesmente o seu software, você é, na verdade, o programador. A parte complicada desta analogia é que, em vez de você ser apenas um programador humano usando palavras, imagens e sentimentos para falar consigo mesmo (corpo /organismo), você é igualmente um componente (construto) dos seus pensamentos, imagens e sentimentos. Um organismo construido pelo próprio organismo. Uma mente construida pela própria mente. Então, se estamos a falar de software que pode gerenciar outros softwares, estamos realmente falando sobre o próprio sistema operativo. O Sistema operativo é você mesmo. Você é aquele que está no controle da sua mente, quando tem consciência daquilo que coloca na sua mente de forma intencional e fundamentado nos seus valores nucleares.
        Porque você tem que usar os seus pensamentos para pensar acerca dos seus pensamentos, e todo esse processo parece ser você mesmo, esta linha de raciocínio pode facilmente tornar-se banal, circular, e automática. No entanto, uma outra maneira mais funcional de pensar sobre isso é a seguinte:
A reter: Assim como um computador, também nós temos “cachos” de pensamentos. Alguns são mais profundas, e mais de acordo com a nossa essência e valores, e são como o sistema operativo de um computador, enquanto outros são simplesmente uma expressão de resposta a acontecimentos de vida, como programas que vão sendo instalados e são mais vulneráveis a virús.
          Muitas vezes temos pensamentos que são reações à vida e aqueles que nos rodeiam. Isto pode ser visto como o software instalado no sistema operativo. O mais importante “a nossa forma de pensar” para a maioria de nós foi instalada durante a nossa infância, quando a nossa mente (“disco rígido”) tinha mais espaço e estávamos mais permissivos a novas aprendizagens. A maioria de nós fundimo-nos a esses pensamentos e conceitos e temo-los como verdades absolutas, ao invés de vê-los como vindos de dentro de nós e passíveis de mudança.
TEMOS CAPACIDADE DE PROGRAMARMO-NOS 
      Algumas das práticas referidas anteriormente, têm servido como uma forma das pessoas ganharem consciência que cada um de nós possuí o seu próprio sistema operativo. Ou seja, a nossa mente, quando orientada de forma consciente e intencional por nós mesmos, permite-nos instalar e desinstalar, correr ou impedir que corra um conjunto de cachos de pensamentos (padrão mental) que temos ou queremos vir a ter.
     Assim, grande parte da nossa experiência de vida é um resultado direto dos pensamentos que temos. Quando alguma coisa boa ou ruim acontece, temos pensamentos sobre isso, e esses pensamentos vão levar a sentimentos, bons, ruins ou indiferentes. Esses sentimentos podem fazer-nos agir, e essas ações vão ser boas, ruins ou indiferentes também. Uma vez que todas estas experiências de vida e ações têm origem na nossa mente, que por sua vez faz disparar determinados pensamentos, se pudessem ser alvo da nossa intervenção? Não temos que aceitar tudo o que nos aparece na mente, não temos de ser arrastados pela negatividade que por vezes os nossos pensamentos expressam? Certamente alguns padrões mentais que expressamos no nosso dia a dia prejudicam-nos, foram implementados ao longo do tempo, mas provavelmente não nos servem mais. Então o que pode ser feito, como podemos reprogramar parte dos pensamentos prejudicais em novos padrões mentais?
       É aqui, que você entra em jogo através da prática pessoal de estratégias de orientação da atenção, autoverbalizações e regulação das emoções. É através do desenvolvimento e aprimoramento de falar para você mesmo, de aplicar uma voz de comando tendo na sua base os seus valores, os seus objetivos e a ideia de quem você quer ser, que poderá implementar novos padrões mentais. Estes padrões mentais permitirão desenvolver também a capacidade de você distingir entre pensamentos, sentimentos e ações por reação, dos seus pensamentos, sentimentos e ações que valoriza e pretende que o guiem no seu dia a dia.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

O DIA D - CONTRA A POLIO

É neste sábado (08) de junho


           Para marcar o início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomelite, acontece neste sábado, 08, o Dia “D” de vacinação. Neste ano, o público alvo é de crianças a partir dos seis meses, com a vacina oral, as chamadas gotinhas. Crianças menores de seis meses já estão sendo vacinadas com a injetável.

        A Campanha segue até o dia 21 de junho, numa promoção do Ministério da Saúde, juntamente com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. “Além da proteção contra a pólio, a campanha contribui para atualização do calendário de vacinação. Caso esteja faltando alguma vacina, os pais podem programar junto com o posto de saúde a melhor data para a criança tomar as doses que estão faltando”, ressalta a coordenadora de Vigilância em Saúde, Mara Dill. Ela ainda destaca que os pais não devem esquecer de levar a caderneta de vacinação dos filhos, para que o profissional possa avaliar a situação vacinal da criança.
          Este é o 34º ano de Campanhas Nacionais de Vacinação contra a Poliomielite, 24º ano sem a doença no país. O Brasil está livre do poliovirus desde 1990, e assim deve se manter até a concreta certificação mundial da erradicação deste agente infeccioso.

            De acordo com o cronograma do calendário básico de vacinação, a criança recebe as duas primeiras doses – aos dois e aos quatro meses – do esquema com a vacina inativada poliomielite (a VIP), de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses) e o reforço (aos 15 meses) continuam com a vacina oral (a VOP).

        Se a criança menor de cinco anos nunca tiver tomado nenhuma contra a poliomielite, não tomará as gotinhas neste momento. Deverá iniciar o esquema vacinal com a injetável. Por esse motivo, o Ministério da Saúde recomenda que os estados e municípios disponibilizem também a injetável nas suas unidades básicas de saúde, embora nesta campanha sejam utilizadas as duas gotinhas. O objetivo é evitar que crianças que estejam com o esquema vacinal contra a poliomielite atrasado percam a oportunidade de vacinação.
POLIOMIELITE:

       VACINA ORAL - Vale lembrar que não existe tratamento para a poliomielite e somente a prevenção, por meio da vacinação. A vacina protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. A eficácia da imunização é em torno de 90% a 95%. Ela é recomendada mesmo para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarréia.

     A vacina é extremamente segura e não há contra-indicações, sendo raríssimas as reações associadas à administração da mesma. Em alguns casos, como, por exemplo, em crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, recomenda-se que os pais consultem um médico para avaliar se a vacina deve ser aplicada.

      VACINA INJETÁVEL – Com a introdução da VIP no calendário básico de vacinação da criança no segundo semestre de 2012, o Brasil já está se preparando para utilizar apenas a vacina inativada (injetável) quando ocorrer a erradicação da doença no mundo, atendendo a recomendação da OMS. É segura e, de acordo com os estudos, não há possibilidade de uma criança vir a ter poliomielite caso apresente o esquema vacinal completo e em dia contra a doença. A vacina injetável é mais segura exatamente no período em que a criança poderia apresentar algum risco de evento adverso por causa da vacina oral.

      A DOENÇA – A poliomielite é uma doença viral, causada por poliovírus e subdivide-se em três sorotipos (1, 2 e 3). É altamente contagiosa, e afeta principalmente crianças menores de 5 anos de idade. O vírus é transmitido através de alimentos e água contaminados e se multiplica no intestino, podendo invadir o sistema nervoso. Muitas pessoas infectadas não apresentam sintomas da doença (febre, fadiga, cefaléia, vômitos, rigidez no pescoço e dores nos membros), mas excretam o vírus em suas fezes, portanto, podem transmitir a infecção para outras pessoas.
      Falta de higiene e de saneamento na moradia, além da concentração de muitas crianças em um mesmo local, favorecem a transmissão. O período de incubação (tempo que demora entre o contágio e o desenvolvimento da doença) é geralmente de 7 a 12 dias, podendo variar de 2 a 30 dias. A transmissão também pode ocorrer durante o período de incubação.





quarta-feira, 5 de junho de 2013

VACINAÇÃO CONTRA A POLIO

TERÁ INÍCIO DIA 8 DE JUNHO


        O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (4) a 34ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, em Brasília. Realizada em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, a meta é vacinar 12,2 milhões de crianças entre 6 meses e menores de 5 anos, o que corresponde a 95% da população alvo de 12,9 milhões de crianças no país. A ação começa neste sábado (8), com o Dia D de mobilização nacional, e vai até 21 de junho.



        Para a campanha, estão sendo distribuídas 19,4 milhões de doses da vacina oral nos 115 mil postos abertos em todo o país para a vacinação. Para operacionalização da campanha, o Ministério da Saúde está investindo um total de R$ 32,3 milhões em repasses do Fundo Nacional de Saúde para os estados e municípios, sendo destinados R$ 13,7 milhões para aquisição das vacinas.

ESTE É O CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO






DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Neste ano, a ONU chama a atenção
para o desperdício de comida.


       Comemorado em 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Assembleia Geral da ONU em 1972 para marcar a abertura da conferência de Estocolmo. No mesmo dia, foi criado o Programa Ambiental das Nações Unidas (Unep, na sigla em inglês). O dia é considerado uma das principais ações das Nações Unidas para chamar a atenção para como afetamos a natureza.
      Em 2013, a ONU chama a atenção para o desperdício de comida. Segundo a organização, são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos anualmente - o equivalente a um terço de toda a produção mundial. Somente nos chamados países desenvolvidos, são 222 milhões de toneladas desperdiçadas - quase o mesmo produzido em toda a África Subsaariana, 230 milhões. De acordo com o Unep, em todo o planeta, uma em cada sete pessoas vai para a cama com fome e, a cada ano, 20 mil crianças com menos de 5 anos morrem por desnutrição.
        Segundo a ONU, devemos notar que, quando desperdiçamos alimentos, perdemos também todos os recursos utilizados na sua produção. Para se fazer um litro de leite, por exemplo, utilizamos mil litros de água. Para um quilo de hambúrguer, se vão 16 mil litros. Além disso, a produção de comida tem um grande impacto ambiental: ela ocupa 25% das terras do planeta e é responsável por 70% do consumo de água doce, 80% do desflorestamento e 30% das emissões dos gases de efeito estufa.
          Por causa disso, a organização sugere que as pessoas escolham comidas com menor impacto ambiental, como alimentos orgânicos - que não usam substâncias químicas em sua produção. Além disso, é importante procurar produtos locais, que não causam grandes emissões em seu transporte. 
          Nos países em desenvolvimento, a ONU afirma que a perda ocorre principalmente na produção e transporte. Investimentos para dar suporte aos produtores e melhorar a infraestrutura são necessários, afirma. Nas nações mais ricas, o problema está no comportamento do consumidor, que joga fora muita comida.

Os Estados Unidos desperdiçam US$ 48,3 bilhões todo ano
A comida desperdiçada na América Latina poderia alimentar 300 milhões de pessoas





segunda-feira, 3 de junho de 2013

ASSEMBLEIA SINDACS-PE

No pátio da Câmara dos Vereadores
de Recife.
Dia 05 de Junho de 2013
às 13:00h.
Convidados todos os ACS E ASACE





Fonte: SINDACS-PE

sábado, 1 de junho de 2013

A M Q ( AMAQ )

Avaliação para Melhoria da Qualidade
da Estratégia Saúde da Família


O que é Avaliação para Melhoria da Qualidade da Estratégia Saúde da Família ?

Trata-se de uma metodologia de gestão interna ou autogestão dos processos de melhoria contínua da qualidade desenvolvida especificamente para a estratégia Saúde da Família (SF).

Os eixos centrais da proposta são o estabelecimento dos parâmetros de qualidade para a estratégia, a avaliação como instrumento de gestão e tomada de decisão e o compromisso com a qualidade na atenção à saúde. Neste sentido foram elaborados cinco instrumentos de auto-avaliação, baseados em padrões de qualidade e dirigidos a atores específicos (gestor municipal da saúde, coordenação da SF, unidade SF, equipe SF, profissionais de nível superior da SF).

Esses instrumentos possibilitam a identificação dos estágios de implantação, desenvolvimento e qualidade da estratégia em seus diferentes pontos, desde a gestão até as práticas de saúde das equipes junto à população. A partir desse conhecimento os gestores, coordenadores e profissionais poderão elaborar planos de intervenção e propor ações para melhoria da qualidade.

O registro das auto-avaliações deverá feito, além da versão impressa em papel, também no banco de dados do projeto, acessível por internet. Relatórios diagnósticos diversos poderão ser impressos auxiliando a análise e avaliação dos dados. O acompanhamento do histórico das auto-avaliações e a evolução incremental e contínua dos resultados de equipes, municípios e regiões poderá ser realizado a partir de diferentes pontos do sistema.


O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação de Acompanhamento e Avaliação/ Departamento da Atenção Básica/ Secretaria de Atenção à Saúde, ao disponibilizar aos gestores municipais e suas equipes de Saúde da Família e Saúde Bucal a proposta Avaliação para Melhoria da Qualidade da Estratégia Saúde da Família, busca oferecer uma metodologia acessível de gestão da qualidade em saúde.


Ela integra um conjunto de ações contempladas no Componente III (Avaliação e Monitoramento) do PROESF – Projeto de Expansão e Consolidação da Saúde da Família e foi desenvolvida em cooperação técnica com a Organização Panamericana de Saúde - OPAS. Dessa forma, confirma-se o compromisso político de fortalecer a avaliação da Atenção Básica nas três esferas do governo, incorporando-a como instrumento de gestão do SUS.