terça-feira, 10 de maio de 2016

PL- 1628 ( PLC-210/2015 ) APROVADO NA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO DO SENADO



      Agentes comunitários de saúde e de combate a endemias podem ganhar direito à aposentadoria e prioridade para adquirir um imóvel pelo programa Minha Casa, Minha Vida.


       Uma proposta da Câmara (PLC 210/2015) com esse objetivo foi aprovada nesta terça-feira (10) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e ainda precisa passar pela análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e depois pelo Plenário do Senado. 
Prioridade de atendimento no Programa Minha Casa Minha Vida, adicional de insalubridade, facilitação na realização de cursos profissionalizantes e ajuda de custo no transporte para participar das aulas.
     Esses são alguns dos benefícios para os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias previstos em projeto (PLC 210/2015) aprovado nesta terça-feira (10) na Comissão de Educação (CE). A proposta, relatada por Otto Alencar (PSD-BA), segue para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS).


      Cursos profissionalizantes
    O projeto determina que os cursos técnicos de agentes comunitários de saúde e de agentes de combate às endemias poderão ser financiados pelo Fundo Nacional de Saúde. Pela proposta, os agentes que ainda não tiverem concluído o ensino médio serão incluídos em programas que ampliem a escolaridade e ofereçam profissionalização.  Os agentes que participarem desses cursos também farão jus a uma ajuda de custo para transporte escolar.
       Todo o tempo de contribuição durante a realização dos cursos deverá ser considerado para fins previdenciários, desde que vinculado ao recolhimento da contribuição previdenciária respectiva, assegurando a contagem recíproca do tempo de contribuição para fins de aposentadoria e demais benefícios da Previdência Social.


        Adicional de insalubridade
       A proposta determina ainda que o exercício dessas funções em condições insalubres, de forma habitual e permanente, acima dos limites de tolerância estabelecidos pelos Ministérios do Trabalho ou da Previdência, deverá assegurar aos agentes o adicional de insalubridade. O projeto também confere prioridade de atendimento aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias no Programa Minha Casa Minha Vida.


— No que se refere ao ensino profissionalizante, esperamos que, com as medidas decorrentes da aprovação desse projeto, uma proporção considerável de novas vagas seja direcionada para a formação dos agentes — afirmou Otto Alencar durante a discussão da proposta.


       A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) também reconheceu a importância do projeto para esses profissionais:
— É um projeto relevante de verdade. Estende direitos trabalhistas a funcionários muito importantes da área da saúde sem esquecer da qualificação.


CONFIRA ABAIXO OS VIDEOS DO SENADO

TVSENADO


SENADOR OTTO ALENCAR
E A CONACS



AS IMAGENS ABAIXO SÃO
DO RELATÓRIO APROVADO
NA CE DO SENADO







































Redação e Imagens: Divisão de Comunicação deste blog












segunda-feira, 18 de abril de 2016

DIA 17 DE ABRIL - CÂMARA FEDERAL APROVA IMPEACHMENT DA PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF




     O prosseguimento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff foi aprovado na noite deste domingo (17), pelo plenário da Câmara.

23h08 - Placar chega a 342 votos favoráveis e Câmara dos Deputados autoriza processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Voto decisivo foi dado pelo deputado Bruno Araújo (PSDB-PE).
23h23 - Com a continuidade do impeachment, aprovada pela Câmara, será a vez do Senado analisar o processo.
23h28 - Pernambuco contabiliza 18 votos a favor do impeachment, 6 contra e 1 abstenção.
23h35 - Penúltimo estado a votar, Sergipe teve 6 votos favoráveis ao impeachment e 2 contra.
23h47 - Alagoas encerra a votação do processo do impeachment com 6 votos a favor e 1 contra.
23h50 - Após quase dez horas de sessão e pouco mais de seis horas de votação, a Câmara dos Deputados autorizou a continuidade do processo de impeachment.




        Por 367 votos favoráveis e 137 contrários, a Câmara dos Deputados aprovou às 23h47 deste domingo (17) a autorização para ter prosseguimento no Senado o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Houve sete abstenções e somente dois ausentes dentre os 513 deputados. A sessão durou 9 horas e 47 minutos; a votação, seis horas e dois minutos.
       Às 23h08, pouco mais de 40 minutos antes do fim da sessão, o voto do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) completou os 342 necessários para a autorização do processo. Deputados pró-impeachment comemoraram intensamente no plenário; deputados contrários ao impeachment apontaram injustiça contra a presidente.


     Para dar continuidade ao processo, a oposição precisava de pelo menos 342 votos. Coube ao deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) dar o voto que garantiu o encaminhamento da matéria ao Senado.


    Com a abertura do processo de impeachment, pela Câmara dos Deputados, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve criar uma comissão de senadores que tem dez dias para emitir um parecer sobre a decisão dos deputados.
     Feito isso, o parecer será votado pelo plenário do Senado que decidirá se arquiva o processo ou se ele segue adiante.


      Se o processo for instaurado, com a aprovação mínima de 41 senadores, a presidente Dilma terá que se afastar do cargo por 180 dias, tempo em que assume o vice Michel Temer.


    A sessão de votação da permanência ou afastamento definitivo da presidente será conduzida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. Para aprovar o impeachment da presidente são necessários 54 votos dos 81 senadores.
       Em caso de absolvição, Dilma reassume de imediato o cargo. No caso de condenação, o afastamento também é imediato e a presidente fica oito anos sem poder exercer qualquer cargo público.

Confira a lista completa
dos deputados federais
que votaram para
aprovação do impeachment
abaixo.

seção dia 17.04.16


IMAGENS DA SEMANA
DO IMPEACHMENT
EM BRASÍLIA































Redação e imagens: Divisão de Comunicação deste blog












sexta-feira, 15 de abril de 2016

NOSSA ATENÇÃO AO PEDIDO DE IMPEACHMENT DA PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF



       Comumente nosso blog traz matérias sobre os agentes de saúde do Brasil, mas, neste novo momento da democracia, abrimos um espaço para trazer esclarecimentos sobre o que é IMPEACHMENT ( impedimento ) do mandato de um governante durante seu exercício no poder executivo, em qualquer esferas de governo num país de sistema presidencialista.

    Impeachment é uma palavra de origem inglesa que significa "impedimento" ou "impugnação", utilizada como um modelo de processo instaurado contra altas autoridades governamentais acusadas de infringir os seus deveres funcionais. Dizer que ocorreu impeachment ao Presidente da República, significa que este não poderá continuar exercendo funções.

Quem assume o poder no caso de Impeachment do Presidente da República

Existe uma linha de sucessão bem definida no caso de impeachment. O primeiro na linha de sucessão é o vice-presidente da República. Se por algum motivo ele também não puder, quem assume é o presidente da Câmara dos Deputados. No caso deste último também estar impedido, quem assume o poder é o presidente do Senado.

Como funciona o Impeachment
O procedimento do impeachment está descrito na lei 1079/50.

O impeachment é um processo longo e para que ocorra, devem ser cumpridos vários passos, entre eles a denúncia, a acusação e o julgamento.

O artigo 86 da Constituição refere as medidas tomadas caso o Presidente da República seja de fato impugnado, a primeira das quais a suspensão de suas funções.

O Poder Legislativo gere todo este processo.



Impeachment da Presidente da República

      A Constituição não fala sobre impeachment​, mas no caso da Presidente da República, por exemplo, os crimes de responsabilidade estão descritos no artigo 85 da Constituição da República Federativa do Brasil. São considerados crimes de responsabilidade aqueles que atentem contra a Constituição Federal.

     No Brasil, o processo de impeachment contra um Presidente da República aconteceu pela primeira vez no dia 29 de dezembro de 1992, quando Fernando Collor foi julgado no Senado Federal, após formação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar as acusações de corrupção contra o presidente. 

     Collor foi deposto de seu mandato e destituído de seus direitos políticos, sendo obrigado a ficar oito anos sem concorrer a qualquer tipo de eleição para um cargo político público. O vice-presidente Itamar Franco assumiu a Presidência.

Quem assume o poder no caso de Impeachment da Presidente da República

Existe uma linha de sucessão bem definida no caso de impeachment. O primeiro na linha de sucessão é o vice-presidente da República. Se por algum motivo ele também não puder, quem assume é o presidente da Câmara dos Deputados. No caso deste último também estar impedido, quem assume o poder é o presidente do Senado.

Como funciona o Impeachment

O procedimento do impeachment está descrito na lei 1079/50.

O impeachment é um processo longo e para que ocorra, devem ser cumpridos vários passos, entre eles a denúncia, a acusação e o julgamento.

O artigo 86 da Constituição refere as medidas tomadas caso o Presidente da República seja de fato impugnado, a primeira das quais a suspensão de suas funções.

O Poder Legislativo gere todo este processo.


Esplanada é fechada por três dias por
votação do impeachment na Câmara

        São necessários, no mínimo, 342 votos para que o relatório seja aprovado, e o processo siga para o Senado.

       O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), abriu sessão no plenário principal da Casa por volta das 8h55. Os primeiros a falar seriam os autores do pedido de impeachment: os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior e a advogada Janaína Paschoal. Os três teriam, no máximo, 25 minutos para se manifestar no plenário.
Em seguida, seriam concedidos 25 minutos para que a própria presidente da República ou algum de seus defensores se pronunciem sobre o processo. Quem a representou foi o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.
        Terminadas as falas da acusação e da defesa, devem ser chamados os representantes dos partidos. Cada uma das 25 legendas com representação na Câmara terá 1 hora para se manifestar sobre o impeachment no plenário. Os líderes partidários poderão indicar até cinco deputados para falar dentro desse intervalo de 1 hora. A ordem dos partidos será da maior para a menor bancada. O PMDB tem atualmente a maior bancada da Câmara, com 66 deputados.

         A sessão se estenderá até que todos os partidos se manifestem. A previsão é que os discursos devem adentrar a madrugada de sábado (16).

        O início da votação para abertura de processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff começou nesta sexta-feira (15), a partir das 8h55, no plenário da Câmara dos Deputados. A votação propriamente dita ocorrerá no domingo, à tarde, e será oral, quando cada deputado será chamado ao centro do Plenário para declarar o seu voto. Acompanhe as discussões no link ao lado, a partir das 10h:
      Depois da abertura da sessão, nesta sexta, são destinados 25 minutos para os autores da denúncia contra a presidente, por suposto crime de responsabilidade, e mais 25 minutos para a defesa.

    A defesa poderá ser feita por um advogado designado, conhecido como advogado dativo, caso o advogado da presidente esteja ausente.

    Após defesa e acusação, farão pronunciamentos representantes dos 25 partidos com representação na Câmara. Cada legenda terá uma hora para falar, tempo que será dividido por até cinco parlamentares. Os líderes do Governo e da Minoria não disporão dessa hora. Um partido não pode ceder tempo para outro.

   Os líderes, com tempo proporcional ao tamanho da bancada, vão poder falar em qualquer momento da sessão, durante os três dias destinados à votação do processo de impeachment. No domingo, a sessão será aberta às 14h, com a fala dos líderes e, logo em seguida, começa o encaminhamento da votação, quando será aberta a votação e a orientação de bancadas. Nessa fase, os líderes terão um minuto para orientar os deputados.


Acompanhe nesta lista abaixo
a votação dos deputados
por estado


Baixe a lista dos deputados
e marque os seus votos



SEÇÃO DIA 15.04.16

























Redação e Imagens: Divisão de Comunicação deste blog







segunda-feira, 11 de abril de 2016

CUIDADO INTEGRAL DE BEBÊS COM MICROCEFALIA EM TODO O BRASIL





     O Ministério da Saúde e do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome reforçaram nesta segunda-feira (11) a estratégia de cuidado para as crianças nascidas com suspeita de microcefalia. A medida publicada no Diário Oficial da União orienta os estados e municípios sobre a organização e o fluxo para a busca ativa, o diagnóstico e o encaminhamento desses bebês para tratamento e acolhimento nos serviços de saúde e de assistência social.

     A Instrução Operacional Conjunta apoia as secretarias de saúde no cumprimento da Estratégia de Ação Rápida para o Fortalecimento da Atenção à Saúde e Proteção Social das Crianças com Microcefalia. Lançada em março deste ano pelos dois ministérios, a iniciativa prevê que a pasta da Saúde destinará, pelo menos, R$ 10,9 milhões às unidades federativas, sendo R$ 2,2 mil por criança, para custear o que for necessário para identificação e diagnóstico, a exemplo do transporte, da hospedagem e dos exames de imagem.

     Ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome caberá prover proteção social aos bebês e suas famílias, inclusive para instrução de eventual concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), destinado a pessoas com deficiência que tenham renda per capita familiar inferior a R$ 220.

Trechos do diário oficial da união

SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE
INSTRUÇÃO OPERACIONAL CONJUNTA Nº 1 MS-MDS,
DE 25 DE FEVEREIRO DE 2016

1. INTRODUÇÃO
O Brasil está enfrentando uma grave emergência em saúde pública em virtude do aumento do número de casos de microcefalia, possivelmente associados ao vírus Zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. É uma situação inesperada, o que reforça a importância de eliminar os criadouros do mosquito, que também transmitem
a dengue e a chikungunya.
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS e o Ministério da Saúde - MS, com o intuito de combaterem conjuntamente a referida emergência, desenvolveram um plano de ação composto por 2 (dois) eixos:
I- Prevenção;
II- Acolhida, Cuidado e Proteção Social, com vistas a oferecer suporte às famílias, especialmente gestantes e bebês. É de suma importância que ocorra articulação e integração entre as redes dos Sistemas Únicos de Assistência Social - SUAS e de Saúde - SUS, bem como às demais políticas e órgãos setoriais que compõem o Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes aegypti e à microcefalia.
Este documento visa nortear os gestores, profissionais e conselheiros do SUAS e SUS por meio de orientações e diretrizes para as ações de prevenção da infecção pelo vírus Zika em mulheres em idade fértil e gestantes, e para a assistência aos casos suspeitos e às crianças com microcefalia, em todo o território nacional.
2. EIXOS DO PLANO DE AÇÃO...............
........................

INSTRUÇÃO OPERACIONAL CONJUNTA Nº 2 - MS-MDS,
DE 31 DE MARÇO DE 2016

O Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde e a Secretária Nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, no exercício das suas atribuições e considerando a necessidade de implementar a Estratégia de Ação Rápida para o Fortalecimento da Atenção à Saúde e da Proteção Social das Crianças com Microcefalia instituída pela Portaria Interministerial no 405/MS-MDS de 15 de março de 2016, e orientar a necessária articulação dos serviços de atenção à saúde com os de assistência social, nos Estados e municípios brasileiros, para a consecução dos objetivos da Estratégia já mencionada, resolvem:....
...............................

A SNAS/MDS e a SAS/MS devem organizar os seus processos internos de trabalho e realizar as articulações interfederativas necessárias para a operacionalização da Estratégia de Ação Rápida para o Fortalecimento da Atenção à Saúde e da Proteção Social das Crianças com Microcefalia, em consonâncias com as políticas de saúde e de assistência social vigentes e sem prejuízo dos demais usuários do SUS e do SUAS.

ALBERTO BELTRAME
Secretário de Atenção à Saúde
IEDA MARIA NOBRE DE CASTRO

Secretária Nacional de Assistência Social


Na imagem abaixo
veja a matéria completa
no DOU-11.04.16








Fonte: Ministério da Saúde
















Redação e Imagens: Divisão de Comunicação deste blog.









domingo, 10 de abril de 2016

ANTECIPADA A VACINAÇÃO H1 N1 - 2016 EM 7 ESTADOS NO BRASIL

Cidades de 7 estados e do DF adiantaram a campanha.
Campanha nacional está marcada para ocorrer entre 30/4 e 20/5.


        A campanha nacional de vacinação contra gripe está marcada pra começar em 30 de abril, mas ao menos 7 estados e o Distrito Federal decidiram antecipar a aplicação das doses.
     Com a chegada da temporada de gripe antes do esperado, o Ministério da Saúde liberou estados e municípios para iniciarem a campanha assim que receberem os lotes de vacina. O H1N1 já matou 71 pessoas até 26 de março, segundo o governo.
Com o aumento de mortes em relação a 2015, quando foram registradas 36 mortes durante o ano todo, também cresceu a procura pela vacina entre a população.
       A vacinação contra influenza no SUS é destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, mulheres que deram à luz há menos de 45 dias, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade. A vacina aplicada é a trivalente, que protege contra H1N1, H3N2 (ambos vírus da Influenza A) e uma cepa da Influenza B.
Veja os locais que adiantaram a campanha:
Em Maceió, a vacinação contra gripe vai começar no dia 25 de abril. Os demais municípios de Alagoas terão a vacinação liberada à medida que os lotes de vacina forem entregues.
Em Macapá, a vacinação já comelou nesta sexta-feira (8). A capital confirmou a primeira morte por H1N1 de 2016 nesta terça-feira (5).
No Distrito Federal, a vacinação contra gripe vai começar no dia 25 de abril apenas para gestantes e crianças de 6 meses a 5 anos. Os demais grupos prioritários serão imunizados somente durante a campanha nacional, a partir de 30 de abril.
Em Goiás, a vacinação começa nesta terça-feira (12) em parte do estado, incluindo Goiânia, Região Metropolitana e Anápolis. Nos demais municípios, a imunização começa no dia 18 de abril. O estado já registrou cinco mortes por H1N1 este ano.
Em todo o estado do Rio Grande do Sul, a vacinação contra gripe vai começar no dia 25 de abril. O estado já confirmou duas mortes por H1N1 em Porto Alegre este ano.
Em Roraima, a vacinação será antecipada para 18 de abril tanto na capital quanto no interior do estado.
Santa Catarina também começará a vacinar contra gripe no dia 25 de abril.
Na Grande São Paulo, gestantes, idosos e crianças de 6 meses a 5 anos poderão se vacinar a partir desta segunda-feira (11). Para profissionais da saúde, a vacinação já estava aberta desde o dia 4 de abril. Já mulheres que acabaram de ter bebês, pacientes com doenças crônicas e demais grupos serão vacinados a partir do dia 18 de abril.

Foto/TV Tem

A gripe veio mais cedo: o que fazer? Como se prevenir? Veja aqui 3 dicas importantes:

1. A vacina da gripe. A Anvisa já determinou, no final do ano passado, como deve ser a composição da nova vacina da gripe para este ano de 2016. A quadrivalente deve conter vírus equivalentes ao Influenza A (H1N1- chamada também de suína), ao Influenza A ( H3N2) e contra 2 vírus Influenza B. A trivalente terá só um tipo de Influenza B. Estas vacinas devem estar nas redes públicas e privadas a partir de abril. Fiquem ligados. Crianças a partir de 6 meses de idade já podem receber esta vacina. Na rede pública podem se vacinar gratuitamente crianças de 6 meses a 5 anos, pessoas com mais de 60 anos, gestantes ou quem deu à luz nos últimos 45 dias, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis (cardíacas, renais, neurológicas, respiratórias, hepáticas, diabéticos, obesos, imunossuprimidos e transplantados) povos indígenas, profissionais de saúde e do sistema prisional e pessoas institucionalizadas. 

2. Ventilem os ambientes em que vocês estiverem. Pode parecer simples, um pouco óbvio, mas isso é muito importante e muitos esquecem de abrir as janelas. Os vírus da gripe são adquiridos pelo ar. Por isso é importante ventilar o ambiente. Nesta época em que o Aedes voa livremente todos optam por fechar as janelas de casa, do trabalho e do transporte. Em casa e no trabalho o melhor é telar as janelas. O ar entra e sai e o Aedes fica do lado de fora. Em carros e ônibus em movimento, o Aedes não consegue entrar. Ventilem. Tomem vento. Melhor do que respirar os vírus da Influenza.

3. Lavem as mãos com frequência mais que triplicada. Os vírus da gripe podem também ser transmitidos por secreções que ficam nas mãos das pessoas. Por isso, lavem as mãos depois de tossir ou espirrar, usem lenços de papel descartáveis e evitem tocar as próprias mucosas do nariz, boca ou olhos depois de cumprimentar pessoas gripadas. Se estiver ao alcance, utilizem álcool gel com frequência.

Prevenir é sempre melhor do que ter que tratar depois.



























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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

PASEP-2016 - A PARTIR DE MAIO



     Hoje em dia o governo proporciona aos brasileiros vários tipos de benefícios que ajudam na integração do trabalhador e o desenvolvimento das empresas. Um desses benefícios é o PASEP, um tipo de abono salarial oferecido aos funcionários e servidores públicos. O Banco do Brasil é a entidade que administra o pagamento desse benefício aos funcionários públicos.


      Como existem várias dúvidas relacionadas ao PASEP decidimos então trazer para vocês um artigo completo, esclarecendo as perguntas e dúvidas mais frequentes.


Quem tem direito ao PASEP

Para ter direito ao abono salarial do PASEP é preciso atender a alguns requisitos. Entre esses requisitos estão:

     É preciso estar cadastrado no PASEP a, pelo menos, 5 anos. Quem ainda não completou os 5 anos de cadastro deverá aguardar até que esse prazo seja completado pois ele é o tempo mínimo que garante o direito ao trabalhador.
   O trabalhador deverá ter recebido, no ano base referência, uma média de 2 salários mínimos. Ou seja, a soma de todas as remunerações que foram concebidas ao trabalhador devem atingir o valor médio de 2 salários mínimos.
    O beneficiário precisa ter trabalhado, pelo menos, 30 dias no ano-base.
    O empregador deverá ter enviado todos os dados dos seus funcionários através do RAIS – Relatório Anual de Informações Sociais. Caso as informações não estejam atualizadas não será possível receber o benefício.

Como sacar o PASEP

   Existem várias formas de fazer o pagamento do PASEP. Caso o empregador e o trabalhador concordem, o benefício poderá ser creditado diretamente na folha de pagamento do trabalhador – para isso a empresa deve ser conveniada com o Banco do Brasil, ou seja, o pagamento do salário dos funcionários deve ser feito através dessa agência bancária.

   Outra maneira do PASEP ser pago é diretamente na conta corrente do trabalhador, claro, se o mesmo já for um cliente do Banco do Brasil. Existe ainda outra maneira de sacar o benefício… Indo, pessoalmente, até uma agência do Banco do Brasil e solicitar o recebimento do benefício junto a um atendente. Vale lembrar que, tal como o pagamento do PIS, o PASEP também segue um calendário anual rigoroso, os pagamentos são feitos apenas nas datas pré estabelecidas pelo banco.


PASEP valor

     Tal como no PIS, o valor pago pelo PASEP aos funcionários públicos que atendam a todos os requisitos é de um salário mínimo.


     Desde 1988 os trabalhadores do setor público têm direito a um benefício trabalhista que ajuda os servidores a complementarem e integralizarem a sua renda anual, o PASEP. Esse benefício é pago aos servidores que recebem menos de 2 salários mínimos por mês e que se enquadram em algumas exigências estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e emprego. Porém, quem recebe o benefício precisa ficar atento, pois o Governo Federal estabeleceu uma série de mudanças em relação ao PASEP 2016, principalmente nas datas de pagamento, que deixaram muita gente confusa. Por isso, veja a seguir, tudo o que você precisa saber sobre o PASEP 2016.




Calendário PASEP 2016
     
     A maior mudança em relação aos anos anteriores é o calendário de pagamentos do PASEP 2016. Até 2015, todos os pagamentos do PASEP sempre eram feitos entre julho e dezembro de cada ano, em parcela única no valor de um salário mínimo por servidor que se enquadre nos critérios para participação no programa. Porém, a partir de 2015, os beneficiários foram surpreendidos com uma mudança na tabela de pagamentos do PASEP que passou a ser paga entre julho e março do ano seguinte. Dessa forma, o PASEP 2016 será pago em dois momentos diferentes: no início de 2016 serão pagas as últimas parcelas do benefício do ano de 2015, e a partir de julho, serão pagas as parcelas dos benefícios do PASEP 2016 – relativos ao serviço no ano anterior. Confira abaixo as tabelas de pagamento do benefício.

     Nos primeiros meses de 2016, serão pagas as últimas parcelas do PASEP do ano anterior. Vale ressaltar que nesse caso, o valor do benefício será reajustado no início do ano conforme o valor do salário mínimo, portanto os beneficiários que recebem entre janeiro e março receberão o seu benefício no Banco do brasil com o valor de R$ 880,00. Confira a seguir o valor do benefício.



Tabela PASEP 2016 – Julho a Dezembro

        A segunda etapa de pagamentos será feita de acordo com os pagamentos do PASEP do período de 2016. O valor do benefício continua sendo de R$ 880,00, porém a tabela de pagamentos do PASEP ainda não teve divulgação oficial pelo Banco do Brasil.


Quem tem direito ao PASEP 2016

       O benefício do PASEP é pago aos trabalhadores que se enquadrem em algumas regras do Ministério do Trabalho. Esse benefício é pago para ajudar a complementar a renda dos trabalhadores mais pobres – que recebam remuneração mensal de até 2 salários mínimos pelo serviço público, e que se enquadrem nas seguintes categorias:

Precisa ser servidor do setor público;
Sua remuneração mensal, no ano anterior, não pode ter excedido a média mensal de 2 salários mínimos;
Precisa ter cadastro no PASEP há pelo menos 5 anos;
No ano anterior, precisa ter trabalhado para o serviço público com carteira assinada por pelo menos 30 dias;
A empresa pública para qual prestou serviço precisa ter entregue ao ministério do trabalho a RAIS informando o trabalhador como empregado.



































Redação e imagens : Divisão de Comunicação deste blog