quinta-feira, 27 de agosto de 2015

CARTÃO SUS EM VERSÃO DIGITAL EM SUAS MÃOS LANÇADO HOJE

Ministério da Saúde lança
versão digital do Cartão SUS



     A versão digital do Cartão SUS está disponível para download a partir desta quinta-feira, 27, segundo o Ministério da Saúde. Além do número do cartão, o aplicativo contém informações sobre a saúde do paciente, como o Índice de Massa Corporal (IMC), alergias medicamentosas e alimentares, exames realizados e medicamentos de uso contínuo.

Medida irá aproximar usuário de sua identidade no SUS e disponibilizará ferramentas relacionadas à saúde da população como o cadastramento de contatos de emergência e alergias

     O Cartão SUS – que é a identidade do cidadão no Sistema Único de Saúde (SUS) – está agora a apenas um clique do cidadão e dos serviços de saúde de todo o país. O aplicativo, chamado Cartão SUS Digital, disponibilizará ferramentas importantes como o controle da aferição de pressão e medição de glicemia, o que é essencial para quem tem diabetes e hipertensão. Ao preencher as informações, a ferramenta mostrará, com auxílio de gráficos, os últimos registros de pressão máxima e mínima, bem como a evolução das taxas de glicemia. O aplicativo já está disponível para smartphones com sistema Android e a previsão é de que em novembro ele já esteja disponível na Apple Store.

    O cidadão também poderá indicar se possui alguma alergia, informar se faz uso contínuo de medicamentos, adicionar contatos de emergência e compartilhar as informações com médicos por quem estejam sendo acompanhados, o que permite traçar o diagnóstico e ofertar o tratamento mais adequado ao histórico do paciente. O aplicativo passará por atualizações nos próximos meses o que ampliará a oferta de serviços disponíveis.


      O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lembra que o acesso ao cartão por meio digital trará muitos ganhos a população. “Vamos aperfeiçoar cada vez mais o aplicativo de modo que seja possível ampliar a oferta de serviços disponíveis através da ferramenta, como a busca de serviços de saúde com auxílio de mapas, alerta de consultas marcadas na rede pública e até solicitar marcação de consultas pelo aplicativo”, explicou.

      Cartão SUS - Possibilita a identificação única dos usuários do SUS e, com isso, é possível reunir o conjunto de atendimentos realizados, onde quer que aconteçam. Hoje, todo brasileiro com CPF válido possui o número do Cartão Nacional de Saúde, como consequência da integração da base de dados do cartão (CadSUS Web) com a Receita Federal. O registro do conjunto de informações por meio da identificação do usuário é extremamente importante porque, a partir das informações reunidas, será possível acompanhar melhor a saúde dos pacientes e garantir uma atenção ainda mais adequada aos brasileiros que utilizam a rede pública de saúde. Além disso, será possível organizar ainda mais a rede de atendimento e a oferta dos serviços de saúde em todo o país.


     As unidades da rede pública de saúde devem prestar atendimento à população independentemente da apresentação do cartão. Se o paciente não tiver o cartão (digital ou em mídia plástica) ou mesmo o número, o registro pode ser feito no momento do atendimento. Isso vale tanto para as unidades públicas como privadas.


     Para descobrir o número do Cartão, o cidadão pode entrar no aplicativo, informando seu número de CPF e data de nascimento. Para quem ainda não possuir, o Cartão SUS é emitido pelas unidades de saúde pública que prestam atendimento ao cidadão nos estados e municípios. Desta forma, basta se dirigir a Unidade Básica de Saúde mais próxima da casa do cidadão para efetuar o cadastro. É necessário informar o nome do usuário do SUS, o nome da mãe, o sexo, raça e etnia, o município de naturalidade, a data de nascimento e o endereço.


      A partir do Cartão SUS, o Ministério da Saúde tem trabalhado na integração dos sistemas de saúde. Vários sistemas nacionais, dentre os quais, Sistema de Cadastro dos usuários do SUS (CadSUS Web), Portal do Cidadão, Sistema de Regulação (SISREG, CNRAC) e Sistema de Monitoramento do Câncer (SISCAN) encontram-se integrados à base do cartão.


    Após baixar o aplicativo, o usuário deve informar o CPF, a data de nascimento e um endereço de e-mail. A ferramenta apresenta os dados da pessoa e permite o preenchimento de informações que vão desde o tipo sanguíneo até os profissionais que fazem as consultas e os resultados de exames de pressão e glicemia.

    "O registro do conjunto de informações por meio da identificação do usuário é extremamente importante porque, a partir das informações reunidas, será possível acompanhar melhor a saúde dos pacientes e garantir uma atenção ainda mais adequada aos brasileiros que utilizam a rede pública de saúde", informou o ministério em nota.


 BAIXAR O APP NO SEU ANDROID

    O aplicativo Cartão SUS Digital pode ser baixado por pessoas com celulares com sistema Android, na Play Store, e deve chegar à Apple Store em novembro.

     Embora contenha o nome, o número do cartão e o CPF do usuário, o Cartão SUS Digital deve ser apresentado nas unidades de saúde com um documento com foto.

    O protocolo de cadastro no SUS possui validade de 90 dias. Imprima-o e leve até uma unidade de saúde, para o uma agente operador do sus cadweb siga com os procedimentos para emissão do seu cartão.




OBS:  Antes de realizar o Pré-Cadastro, verifique abaixo se você já possui um número de Cartão Nacional de Saúde.


























Redação e Imagens: Divisão de Comunicação deste blog.







segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O RISCO DA TROMBOSE PODE SER EVITADO

Into lança alerta sobre o risco de trombose


Doença ocorre com maior frequência depois de cirurgias das áreas ortopédica e oncológica

        O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) intensificou as ações de prevenção à trombose entre o público em geral. A doença, que pode ser causada pelo entupimento de veias geralmente depois de cirurgia, corte ou mesmo pela falta de movimento, foi rastreada pelo Into entre pacientes que haviam saído da internação pós-procedimento cirúrgico. Do total de 7.560 cirurgias realizadas no ano passado, 151 dos pacientes retornaram ao Into em decorrência de trombose – ou seja, 2%.

          Para frear o aumento de casos, especialistas do Into lançaram um alerta para que os pacientes cumpram à risca todas as prescrições médicas depois de voltar para casa. O material educativo começou a ser distribuído neste mês de agosto para o público que circula diariamente pelo Instituto – 10 mil pessoas, entre pacientes, acompanhantes, visitantes e funcionários. Depois de cruzar os dados das internações e rastrear o problema, o Into realizou em julho uma campanha de conscientização e preparou o corpo funcional para tratar com ainda mais ênfase o assunto entre pacientes e acompanhantes durante a internação.


      “Trombose venosa é um problema infelizmente frequente depois de cirurgias ortopédicas e oncológicas, em especial. Por isso, é fundamental que os pacientes cumpram a prescrição de medicamentos mesmo que seja por longos períodos”, alerta o diretor do Into, João Matheus Guimarães. “As orientações sobre a prática de exercícios também devem ser todos os dias observadas para agilizar ao máximo a recuperação pós-cirúrgica e evitar a doença”.

         Os pacientes submetidos a cirurgias de joelho, quadril e trauma (como fraturas) são o principal foco de preocupações do especialista. Essas três subespecialidades cirúrgicas corresponderam a 80% dos casos verificados no ano passado em pacientes que retornaram ao Into depois de operados. O percentual de ocorrência de trombose foi de 4,7% em pacientes submetidos a cirurgia de joelho, de 2,9% nos casos de cirurgia de trauma e de 2,8% nos de cirurgia de quadril. O rastreamento e ações de prevenção à trombose integram o Programa Nacional de Segurança do Paciente.

       A trombose que pode ocorrer após uma cirurgia ortopédica é geralmente localizada nas pernas, provocando entupimento da veia, causando dor e inchaço. Às vezes coágulos podem se soltar, viajando pelo sangue até ‘encalhar’ no pulmão, o que é chamado de embolia pulmonar. Essa condição, que provoca uma súbita falta de ar, pode ser bastante grave e exige atendimento imediato.

COMO PREVENIR:

Manter-se em movimento, se possível, fazer atividades físicas rotineiramente.





Ingerir bastante líquido.
Procure sempre tirar dúvidas em relação a este assunto com um profissional de saúde.
Caso você tenha que fazer algum tratamento ou tomar algum medicamento, como prevenção de trombose, não fique com dúvidas e pergunte sempre.
OS PRINCIPAIS SINTOMAS DO PACIENTE QUE DESENVOLVE COÁGULO SANGUÍNEO:

Uma dor diferente da dor da cirurgia
Vermelhidão ao longo da perna (que aparece de repente ou inchaço que está piorando)
Inchaço na perna (que apareceu de repente ou inchaço que está piorando)
Aumento da temperatura (calor) da perna que está doendo
Respiração curta e rápida e palpitações, podendo acontecer algum desmaio
Tosse com sangue
Dor no peito ou nas costas (que não é comum)
O QUE PODE REDUZIR OS RISCOS:

Evitar o aumento do peso corporal
Movimentar-se ao máximo no dia, respeitando as limitações orientadas pela equipe de saúde
Realizar exercícios recomendados pela equipe de saúde
Parar de fumar
Ingerir líquidos (cerca de 2 litros/dia)
Seguir à risca as instruções dadas sobre a medicação preventiva



      A doença se dá pela formação de coágulos nas veias da perna, conhecida como trombose venosa profunda, e no coração, chamada de fibrilação atrial. Segundo Salo Buksman, médico do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), a trombose venosa ocorre com muita frequência no pós-operatório de cirurgias ortopédicas e também em situações de câncer. “São coágulos que se formam em veias das pernas, que têm o risco de se soltar e encalhar no pulmão, provocando um quadro de embolia pulmonar, que é potencialmente letal”, explica.



       A doença também pode causar sérios danos ao coração: “É que existe uma arritmia cardíaca chamada fibrilação atrial, que provoca formação de coágulos dentro do coração, que podem se soltar e provocar um acidente vascular cerebral ou uma gangrena”, completa Salo.


Causas

Os coágulos de sangue podem se formar quando algo retarda ou altera o fluxo de sangue nas veias. Os fatores de risco incluem:

Após um cateter de marcapasso ter sido passado através da veia na virilha
Repouso absoluto (ficar sentado por muito tempo)
Hábito de fumar
Histórico familiar de coágulos sanguíneos
Fraturas na pélvis ou nas pernas
Parto nos últimos 6 meses
Insuficiência cardíaca
Obesidade
Cirurgia recente (especialmente cirurgia de quadril, joelho ou cirurgia pélvica feminina)
Glóbulos sanguíneos em excesso sendo produzidos pela medula óssea (policitemia vera), tornando o sangue mais denso e lento do que o normal
 Tratamento

       Além dos medicamentos recomendados pelos médicos, indicados para quem tem algum fator de risco, a população em geral também deve tomar algumas medidas preventivas durante voos prolongados para evitar o problema.

         “Evitar a bebida alcoólica, porque provoca a desidratação, que favorece a trombose. Pelo contrário, procurar ingerir bastante água, sucos, refrigerantes, para ficar hidratado, com isso a pessoa vai mais ao banheiro e essa movimentação ajuda a fazer a circulação de sangue pelas veias. São medidas, além do remédio, que podem atenuar os riscos”, afirma Buskman.



Trombose pode ser evitada com alimentos que melhoram circulação

         A trombose, causada pela formação de trombos no coração ou em vasos sanguíneos, pode ser evitada com a ingestão regular de alimentos que melhoram a circulação. 
      Os ricos em vitamina C (como frutas cítricas e vermelhas) e flavonóides (frutas vermelhas, cebola roxa) são indicados para evitar a formação de trombos. Eles funcionam como antioxidante e fortalecem as paredes dos vasos, com a redução da fragilidade e do extravasamento do sangue. Peixes de água fria, linhaça e chia contém ômega-3 são opções porque evitam a formação de coágulos e aumentam a fluidez sanguínea. O ban-chá (chá verde) também é indicado.
        Segundo especialistas, pessoas com mais de 40 anos estão mais susceptíveis a ter uma trombose e o grupo de risco da enfermidade é formado por mulheres que utilizam pílulas anticoncepcionais, ou tem histórico familiar da doença, ou que fez abortos recorrentes, teve eclampsia (convulsões na gravidez), ou mesmo obesidade, tabagismo e alcoolistas.
       O tratamento da trombose adequado deve ser prescrito por um médico e muitas vezes com o uso de medicamentos. É aconselhável também evitar alimentos ricos em vitamina K que alteram o sistema de coagulação. Estão nessa lista, vegetais verdes escuros e miúdos, que devem ser ingeridos com cautela. Sal e alimentos embutidos, ricos em sódio (sal), precisam também ser evitados porque comprometem a circulação sanguínea.





























Imagens e redaçao: Divisão de Comunicação deste blog.








quarta-feira, 22 de julho de 2015

Ministério da Saúde publica portarias dos Agentes de Saúde



          O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (22) a portaria nº 1.024/GM que define a forma de repasse dos recursos da Assistência Financeira Complementar (AFC) da União para o cumprimento do piso salarial e do Incentivo Financeiro para fortalecimento de políticas afetas à atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e portaria nº 1.025/GM que define o quantitativo máximo de Agentes de Combate às Endemias (ACE) passível de contratação com o auxílio da AFC.


      O repasse dos recursos financeiros aos ACS será efetuado periodicamente em cada exercício, correspondendo a 12 parcelas mensais e uma parcela adicional no último trimestre de cada ano, calculada com base no número de profissionais registrados no Sistema Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES). O repasse será efetuado pelo Ministério da Saúde aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios.

      Já a portaria nº 1.025/GM define que a quantidade máxima de ACE deve ocorrer em função da população e das peculiaridades locais, relacionados às ações de campo de vigilância, controle de vetores e das endemias prevalentes em todo território nacional, considerando:

- O enfoque nas atividades de controle de vetores e de endemias mais prevalentes, considerados os perfis epidemiológico e demográfico da localidade;

- A integração das ações dos ACE à equipe de Atenção Básica em Saúde; e

- A garantia de, no mínimo, um um profissional por Município.

O quantitativo máximo de profissionais está disponível no sítio: www. portalsaude.gov.br


 DOU-dia 22.07.15-pag-41

DOU-dia 22.07.15-pag-42



OS LINKS ABAIXO SÃO AS PÁGINAS ORIGINAIS DO DOU DE HOJE (22.07.15)


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LINKS DAS PAGINAS PARA IMPRESSÃO E APRESENTAÇAO NAS REUNIÕES ADM.













Fontes:












Redação e imagens: Divisão de Comunicação deste blog.








quinta-feira, 16 de julho de 2015

RELATÓRIO FINAL APROVADO, AGORA AGUARDAR AS PORTARIAS SEREM PUBLICADAS

GT aprova relatório final de atividades e aguarda publicação de portarias


     O Grupo de Trabalho (GT) responsável por debater e propor soluções para a regularização do trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate a Endemias (ACE) – instituído por meio da Portaria n° 333 de 10 de setembro de 2014 – reuniu-se na tarde da última quarta-feira (15), em Brasília, para dar prosseguimento às atividades.


     Marcado pela participação da equipe do Ministério da Saúde, além de representações das secretarias estaduais e municipais de saúde e dos Agentes Comunitário de Saúde e Agentes de Combate a Endemias, o encontro colocou em pauta três pontos.

     O primeiro, consistiu na leitura e aprovação do relatório final do GT, consolidando os processos de trabalho e apontando os resultados e encaminhamentos realizados no âmbito do grupo. Para o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Aurélio Pinto, a composição plural do grupo permitiu um debate democrático e propositivo focado nas reais necessidades de regulamentação das atividades dos ACS e ACE. “O GT foi absolutamente exitoso, conseguiu identificar os principais passos necessários à aplicação da Lei 11.350 de 05 de outubro de 2006, debateu todos os temas produzindo acordos entre gestores e trabalhadores”, afirmou o secretário.


    A discussão sobre as portarias foi o segundo ponto da pauta. Os documentos têm como principais objetivos definir a forma de repasse dos recursos da Assistência Financeira Complementar (AFC) da União para o cumprimento do piso salarial e do Incentivo Financeiro para fortalecimento de políticas afetas à atuação dos ACS e definir o quantitativo máximo de ACS e ACE passível de contratação com o auxílio da AFC. “É importante destacar que o instrumento jurídico que disciplina o piso salarial é a Lei 11.350/2011. O Decreto nº 8.474/2015 disciplina tão somente o repasse da União, assim como as portarias operacionalizam a forma como esses repasses serão realizados” explicou Hêider Pinto. Nesse sentido, uma grande contribuição do GT foi construir colaborativamente as diretrizes do decreto e das portarias. “Agora nossa expectativa é que essas portarias sejam publicadas ainda nesta semana”, acrescentou o secretário.

      Por fim, o grupo discutiu o conceito e as diretrizes para um Programa de Regularização, Qualificação do Trabalho, Educação e Valorização dos Agentes de Saúde (ACS/ACE), medida que surgiu dos debates do GT no intuito de apoiar os municípios no cadastramento e recadastramento dos ACS e ACE no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES); na criação dos cargos para a regularização e efetivação de agentes que já atuam e que foram selecionados conforme a Lei; na seleção de novos agentes; na construção de um processo de educação permanente; e na qualificação das carreiras e da gestão do trabalho dos agentes. “Isso foi muito interessante. Vimos experiências estaduais e municipais muito boas em várias partes do país. O grupo fez a proposição de um programa que o Ministério da Saúde se comprometeu em realizar, sempre fazendo o debate tripartite, mas também mantendo uma participação ampliada de representações dos ACS, avaliando e acompanhando a implementação da política”, finalizou o secretário.

Para acessar o relatório final do GT, clique aqui.









Fonte:SGTES












Redação e imagens: DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO DESTE BLOG






terça-feira, 23 de junho de 2015

SAI O DECRETO DO REAJUSTE DO PISO DOS AGENTES DE SAÚDE EM DEFINITIVO

Venha aí novos desafios
para os municípios


Publicado no Diário Oficial da União o Decreto que regulamenta o Piso dos Agentes de Saúde e Endemias
Publicado hoje (23/06/15) no Diário Oficial da União o Decreto da Presidenta Dilma que regulamenta a Assistência Financeira Complementar da União prevista na lei do Piso dos Agentes de Saúde ‪‎ACS‬ e ‪‎ACE‬
Com essa medida consolida o que vem sendo dito desde o início do ano: a união reservou todos o recursos necessário para fazer o financiamento federal de todos os ACS e ACE e agora, com o decreto, exatamente como a Lei prevê.


        O Decreto nº 8.474/2015 regulamentou o disposto nos arts. 9º-C e 9º-D da Lei nº 11.350/2006, para dispor, respectivamente, sobre:
a) a assistência financeira complementar aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios a ser prestada pela União para o cumprimento do piso salarial profissional assegurado aos agentes comunitários de saúde (ACS) e aos agentes de combate às endemias (ACE);
b) o incentivo financeiro para o fortalecimento de políticas afetas à atuação dos profissionais citados na letra “a”.
Para os fins da assistência financeira prevista letra “a”, deverão ser observados parâmetros, diretrizes e quantitativo de agentes previstos nos arts. 3º e 4º do Decreto nº 8.474/2015. O incentivo financeiro previsto letra “b” é disciplinado nos arts. 6º e 7º do mesmo Decreto.
Os recursos financeiros decorrentes do disposto no Decreto nº 8.474/2015 correrão a conta de dotação orçamentária do Ministério da Saúde. (Decreto nº 8.474/2015 - DOU 1 de 23.06.2015) -

VAMOS ENTENDER O DECRETO NA PRÁTICA




PARA RESGATAR A HISTÓRIA DO GT DO PISO CLIQUE AQUI















Redação e Imagens : Divisão de Comunicação deste blog.






quinta-feira, 18 de junho de 2015

A PUBLICAÇÃO DO DECRETO E AS ATIVIDADES DOS AGENTES DE SAÚDE

Comissão de Seguridade Social e Família
Audiência Pública



"Debater as atividades dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias".
          A Comissão de Seguridade Social e Família debateu em audiência pública, nesta quinta-feira (18), às 9 horas as atividades dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias. Um dos objetivos é discutir o papel das ações desses profissionais a serem desenvolvidas no novo cenário de Atenção Básica de Saúde, com ênfase na saúde preventiva da população brasileira.

       O evento foi solicitado pelos deputados Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), Adelmo Carneiro Leão (PT-MG), Odorico Monteiro (PT-CE), Dr. Jorge Silva (Pros-ES), Pompeo de Mattos (PDT-RS), Geraldo Resende (PMDB-MS), Benedita da Silva (PT-RJ), Leandre (PV-PR), Jorge Solla (PT-BA), Carlos Gomes (PRB-RS), Dr. João (PR-RJ), Mandetta (DEM-MS), Alexandre Serfiotis (PSD-RJ), Carmen Zanotto (PPS-SC), Célio Silveira (PSDB-GO) e Miguel Lombardi (PR-SP).


      Segundo os parlamentares, esses profissionais “são protagonistas das principais estratégias e ações da saúde pública voltadas para a educação e prevenção em saúde da nossa população, se tornando uma categoria organizada e detentora de inúmeras conquistas de âmbito trabalhistas e especialmente na área de coberturas vacinais e de mobilizações sociais na promoção de campanhas de saúde relevantes nos últimos anos”.


REUNIÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA (Requerimento nº 58, do Deputado Raimundo Gomes de Matos, subscrito pelos Deputados Adelmo Carneiro Leão, Odorico Monteiro, Dr. Jorge Silva, Pompeo de Mattos, Geraldo Resende, Benedita da Silva, Lea...
Anexo II, Plenário 02
Parte da audiência pública transmitida pela tv câmara com evidência aos assuntos pertinentes aos ACS e ACE.
Para ver todos os videos clique no link abaixo, no final desta matéria.



 Início com o secretário da SGTES.

        

Eis os sete pontos apresentados pelo secretário Heider Pinto.

1- Os Agentes orgulham o SUS e o Brasil:
os ACS são uma singularidade do SUS que qualificam a Atenção Básica brasileira e a intensa atuação dos ACE é que explicam porque problemas como a Chikungunya não tiverem uma evolução pior no Brasil como aconteceu nos demais países;

2- Os Agentes tem muito o que celebrar:
São mais de 300 mil;
de 2003 a 2014 houve aumento de 423% no repasse federal (mais de 15% a cada ano);
os valores chegam em 2015 a 3,8 bilhões;
a profissão foi inscrita na Constituição em 2006;
a Lei do Piso regulamentada em 2014;
60% hoje já tem vínculos com todos os direitos garantidos.

3- O Contexto da Lei
Embora de aplicação imediata para todos os empregadores (seja Federal, Estadual ou Municipal), a Lei exigiu adaptações normativas, orçamentárias e administrativas dos 3 entes que foram muito bem desenvolvidas pelos Grupos de Trabalho constituídos com representação dos 3 entes e dos trabalhadores.

4- Conquistas do Grupo de Trabalho:
Adequação do Sistema de Informação do SUS às exigências da Lei;
Criação de CBO provisório para os ACE;
Definição de Critérios para o repasse da União;
Identificação de necessidades de formação e regularização dos vínculos de trabalho.

5- O Decreto que disciplina os critérios do repasse da União:
Foi dada uma ótima e comemorada notícia: finalmente o conteúdo do Decreto passou por todas as etapas de formulação, negociação política, aprovação nas instâncias do SUS e o próprio Decreto por todas etapas jurídicas e administrativas e agora está na ultima etapa imediatamente antes da publicação.
As portarias que operacionalizam e são consequencia do Decreto também foram formuladas e estão prontas para serem publicadas.

6- Programa de Valorização, Educação e Qualificação do Trabalho dos Agentes de Saúde
Foi anunciado também que, após a publicação do Decreto, será constituído Grupo de Trabalho ampliado pra elaboração de um plano que prevê apoio a ações de regularização dos vínculos dos agentes conforme a lei, planos de educação dos agentes e ações de qualificação da gestão do trabalho e de qualificação de carreiras etc.

7- O Futuro dos Agentes de Saúde 
Foi apontado e sinalizado que, embora seja um momento de conquistas, os agentes precisam refletir sobre o impacto do avanço da informatização, a mudança das condições econômicas e sociais da população e mudança do quadro demográfico e epidemiológico da mesma, no trabalho dos Agentes. Algumas das ações de informação, comunicação, mobilização, educação, promoção e prevenção perdem importância e outras não entendidas hoje como escopo de práticas dos agentes ganharão e serão exigidas no cuidado cotidiano da população e a profissão deverá refletir sobre isso. 
Por isso as conquistas e lutas de hoje não podem produzir uma segueira que faça com que o movimento não enxergue o que virá e os desafios de amanhã.

Apresentação dos slides durante a audiência.








Apresentação da presidente da CONACS.


 Apresentação do representante da FIOCRUZ


 Apresentação do presidente da FENASCE

CONSIDERAÇÕES FINAIS












O REQUERIMENTO ORIGINAL DA CÃMARA













Fotos: DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO DESTE BLOG